Where There’s Smoke Cabinet (Le Souk Amsterdam) 2000 - 2003
Maarten Baas
Madeira
20 ⨯ 152 ⨯ 35 cm
ConditionExcellent
Atualmente indisponível via Gallerease
The Millen House
- Sobre arteMaarten Baas’ “Smoke Cabinet” is a remarkable piece from his *Where There’s Smoke* series, created by burning furniture and preserving its charred surface with polyurethane lacquer. Originally sourced from Le Souk Amsterdam, the cabinet’s scorched wood contrasts elegantly with its brass detailing, merging rawness with refinement. This transformation turns destruction into a poetic, functional object, while its simple minimalist shape evokes mid-century designs of Charlotte Perriand. A graduate of the Design Academy Eindhoven, Baas gained international acclaim with *Smoke*, debuting at Salone del Mobile in 2003. His work blurs the boundaries between art and design, combining humor, craftsmanship, and conceptual depth. Featured in numerous exhibitions pieces from this series are held in prestigious collections, including MoMA and the Victoria and Albert Museum, exemplifying Baas’ importance in contemporary design.
provenance: Private collection The Netherlands ; Le souk Amsterdam - Sobre artista
Maarten Baas (nascido a 19 de fevereiro de 1978 em Arnsberg, Alemanha) é um importante designer e artista holandês, conhecido pelo seu trabalho inovador que esbate as fronteiras entre arte e design. Cresceu em Burgh-Haamstede e Hemmen e começou na Design Academy Eindhoven em 1996, onde se formou em 2002 com o seu projeto inovador "Smoke".
Em “Smoke”, Baas queimou peças clássicas de mobiliário e preservou-as com resina epóxi, criando uma estética única que simboliza tanto a destruição como a renovação. Esta série foi logo incluída na coleção MOOOI e atraiu a atenção de colecionadores e museus internacionais.
Depois de "Smoke", Baas lançou a série "Clay Furniture" em 2006, composta por mobiliário esculpido à mão, feito de barro sintético sobre uma estrutura de metal. Estas peças exalam um charme lúdico e artesanal e foram apresentadas no Salone del Mobile em Milão, consolidando ainda mais a sua reputação como designer inovador.
Outro projeto notável é a série “Real Time”, iniciada em 2009, na qual Baas visualiza o conceito de tempo através de filmes de 12 horas em que os atores indicam manualmente o tempo. Um exemplo bem conhecido é o "Relógio de Schiphol" no Aeroporto de Schiphol, em Amesterdão, onde um homem dentro do relógio pinta e apaga os ponteiros a cada minuto, criando a ilusão de um ciclo interminável.
O trabalho de Baas está incluído nas prestigiadas coleções de museus de todo o mundo, incluindo o Museu de Arte Moderna (MoMA) em Nova Iorque, o Victoria & Albert Museum em Londres e o Rijksmuseum em Amesterdão. Colaborou também com marcas exclusivas como Louis Vuitton, Swarovski e Dior, e as suas peças estão em coleções privadas de celebridades como Brad Pitt e Kanye West.
Em 2009, Baas foi nomeado "Designer do Ano" no Design Miami/Basel, um reconhecimento da sua influência e inovação no mundo do design. O seu trabalho continua a evoluir, explorando constantemente os limites da funcionalidade e da estética, causando um impacto duradouro nas comunidades de arte e design.
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